Thursday, April 7, 2011

A dor da perda

Acordei hoje por volta de 10 am, no horário de Boston, USA; e, como de praste, liguei o computador para ver se tinha algum email, se meus downloads já haviam sido baixados e checar as notícias.
Quando abro o "portal da globo", me assustei com a notícia de que um atirador havia entrado numa escola do Rio e efetuado disparos contra crianças inoscentes.
No primeiro momento isso entrou na minha cabeça como mais um fato cotidiano dessa nova sociedade, e, estranho por se tratar de Brasil, pois nos EUA já vivenciamos algumas situações como essa.
Chegando em casa a noite e ligando a tv, assistindo o "Jornal da Noite", pude finalmente ter um tempo e refletir sobre o acontecido.
É muito triste ver crianças tendo suas vidas tiradas sem uma razão aparente. O sofrimento das famílias, dos amigos e toda a angústia que uma tragédia como essa causa para com toda uma sociedade.
Não quero entrar no mérito da questão, pois aparentemente, com as informações que obtive através da mídia é que se trata de um crime causado por uma pessoa, portadorade uma doença mental, que na minha opinião, realmente só uma pessoa louca faria algo tão cruel assim, e, por mais que se pudesse punir essa pessoa, não haveria como trazer de volta as vidas que foram tiradas.
Quando olhamos uma criança, vêmos sonhos, inoscência e uma perspectiva de um mundo melhor.
Como dizia um dos meus cantores favoritos, John Lennon, que também teve sua vida tirada por um maníaco, em sua música "Imagine", "Imagine todas as pessoas, vivendo a vida em paz", assim, também quero me tornar um "sonhador" e esperar, que um dia a sociedade possa se ver longe das armas, e consigamos viver nossas vidas em paz, em harmonia, e que "o mundo se torne um só", de pessoas felizes, livre das armas, da ganância e de tudo que corrompe a alma do homem.

1 comment:

Unknown said...

Rafael é muito doloroso.Impossível não nos comovermos e imaginar a dor de tantas familias. A repetição dos acontecimentos tristes na mídia aumenta ainda mais nossa sensação de impotência.
Abraços,
Denise